Registo: Jun 08, 2005 Mensagens: 4596 Local/Origem: Costa / Estremoz
Colocada: Sex, 20 Fev 2009 - 16:52 Assunto: TAP DEFINE REGRAS ESPECIAIS PARA O TRANSPORTE DE PRANCHAS
Porque acho a discussão pertinente retirei esta notícia da SurfTotal:
"TAP DEFINE REGRAS ESPECIAIS PARA O TRANSPORTE DE PRANCHAS
TAP e ANS definem novas regras para transporte de pranchas de surf nos aviões da companhia...
A TAP anunciou hoje uma profunda alteração na sua politica de transporte de pranchas de surf nos seus aviões, graças aos esforços conjuntos que a sua administração desenvolveu nos últimos quatro meses com a direcção da ANS.
Para João Capucho, presidente da ANS, "é um dia histórico para o surf e orgulho-me de ter liderado este movimento. Da nossa parte isto foi fruto de muita determinação, civismo e racionalidade económica nas propostas apresentadas; do lado da TAP é uma alteração e visão estratégica importante e a adequação da sua oferta a uma classe de heavy travellers e a um desporto-chave em Portugal. Vamos ver como resulta a sua aplicação para, eventualmente, voltarmos a fazer algumas sugestões e melhorias.
Até aqui, a TAP exigia a todos os passageiros que viajassem com prancha(s) de surf superior a 150cm, o pagamento de uma taxa de 75€ por prancha, por trajecto se se tratasse de um voo doméstico e/ou europeu, taxa esta que subia para o dobro (150€) se se tratasse de um voo intercontinental. Esta politica de preços, por ser desmedida, gerava, por um lado, um forte incentivo à fraude na reclamação de indemnizações por danos e, por outro lado, problemas repetidos nos check-ins sobre a sua menor transparência e se se aplicava a um volume ou a uma peça. Mais, comparativamente à gratuitidade ou semi-gratuitidade aplicada a outras modalidades como o golfe a medida era extremamente injusta e negativamente discriminatória.
Acresce a isto o facto de Portugal ser um destino de turismo de surf primordial na Europa e de o surf se afirmar, em muitos concelhos do litoral do país, como a segunda modalidade mais popular na faixa etária abaixo dos 25 anos, pelo que, a própria politica da TAP, poder-se-ia dizer, era comercial ou estrategicamente errada.
Foi com estes argumentos que, no final de Setembro de 2008, a ANS enviou pessoalmente ao CEO da companhia, Dr Fernando Pinto e a outro importante membro da gestão (Luiz Mor), uma proposta concreta de como eleger os passageiros, como definir os limites, como limitar a responsabilidade e como adequar a oferta de preço no transporte de pranchas de surf, sempre levando em linha de conta que a gratuitidade seria quase absurda devido à exigência de transporte manual dos volumes.
Neste sentido, e após dezenas de propostas e contrapropostas, trocadas com a Direcção de vendas da TAP, se chegou hoje a uma importante alteração, a qual entrará em vigor já no próximo dia 16 de Fevereiro e que se aplica a todos os surfistas, sócios ou não da ANS. Resumidamente, as principais alterações* são:
1.
(NOVO) A TAP solicitará a assinatura de um documento de "Declaração de Renúncia a Indemnização" ao passageiro.
2.
(NOVO) elimina-se o conceito de PRANCHA e passamos a considerar o conceito de SACO;
3.
(NOVO)aplica-se um desconto de 50% às tarifas em vigor para cada SACO;
4.
(NOVO) cada SACO não pode ter mais de 10kg, sendo que para sacos com mais de 10 kg será cobrado o valor de outra taxa.
5.
(NOVO) a cada SACO extra aplica-se a mesma redução de 50% e o mesmo limite de 10kg / cada
6.
Para cada passageiro, o peso total dos SACOS e bagagem normal não pode exceder o limite de franquia de bagagem aplicável.
7.
Mantém-se a gratuitidade para Sacos com menos de 150cm, desde que dentro do limite de franquia de bagagem aplicável ;
* Nota da Direcção da ANS: estas alterações devem ser confirmadas junto dos vossos agentes de viagem e da companhia. Esta nota foi redigida a partir do comunicado técnico da empresa, não tem nenhum carácter contratual nem deverá servir de base para qualquer pedido de reclamação ou indeminização."
Achando que de uma forma geral as resoluções são sensatas, não posso deixar de mostrar desagrado pelo 1º ponto, que acho abusivo. Qto muito sugeriam um seguro para eventuais danos. _________________ http://vagueares.blogspot.com
Registo: Dec 10, 2007 Mensagens: 1923 Local/Origem: M31/Zigoto
Colocada: Sex, 20 Fev 2009 - 17:47 Assunto:
considerando os relatos de algumas pessoas que trabalham ou trabalharam nas bagagens esta:
1.
(NOVO) A TAP solicitará a assinatura de um documento de "Declaração de Renúncia a Indemnização" ao passageiro
parece-me um grande risco mesmo pagando menos, e será legal ??? _________________ "O universo não é apenas mais estranho do que imaginamos; ele é mais estranho do que podemos imaginar" J.B.S. Haldane
considerando os relatos de algumas pessoas que trabalham ou trabalharam nas bagagens esta:
1.
(NOVO) A TAP solicitará a assinatura de um documento de "Declaração de Renúncia a Indemnização" ao passageiro
parece-me um grande risco mesmo pagando menos, e será legal ???
Também me fez uma certa comichão quando li esse ponto.
Será que é preciso assinar isso mesmo quando se faz seguro de viagem? _________________ http://surfpt.blogspot.com
Registo: May 14, 2003 Mensagens: 4209 Local/Origem: Lisboa
Colocada: Sex, 20 Fev 2009 - 19:06 Assunto:
Pedro,
Por acaso já há uns dias que tinha um (longo) post preparado em relação a este assunto mas, por motivos que não interessam agora, ainda não o tinha postado... Não faz sentido adiar o mesmo pois é agora que é pertinente. Por isso, aqui vai...
Bom, já há uns dias que saiu este press release da ANS... Eu quando li, fiquei de queixo caído! Por vários motivos, mas essencialmente pelos responsáveis da ANS falarem deste "acordo" como "histórico", difícil (com "propostas e contra-propostas" a serem trocadas) e até "orgulho" pelo seu feito quando no fundo se deixaram enrolar na conversa do departamento de vendas da TAP e deixaram tudo como está... senão pior!
Então vejamos, com atenção, as alterações introduzidas porque eu não gosto de mandar assim umas bujardas para o ar e não justificar o porquê das mesmas.
Antes de mais, vou dar um exemplo particular para, à luz desse exemplo, discutir as ditas alterações. Como alguns de vocês sabem, no passado verão tive a felicidade de viajar até Bali (Indonésia) com a Carla. Levei 3 pranchas num saco, todas devidamente acondicionadas... de tal forma acondicionadas que, tal como disse à Carla qdo saímos de casa para o Aeroporto da Portela, "se alguém me parte uma prancha na viagem, dou-lhe um prémio". Não que fosse impossível, mas cuidados normais seriam o suficiente para que tal não acontecesse. Então, voei com a Tap e, ida e volta, gastei 37,5 € com o transporte das pranchas. Sim, TRINTA E SETE EUROS E CINQUENTA CÊNTIMOS. Devo confessar que, à ida, foi sorte não me terem cobrado o transporte mas, ainda assim, segundo as regras para o transporte, o máximo que eu sabia que poderia vir a pagar seria 75 €. Só paguei a volta, paguei metade.
Procedimentos que adoptei para que, por altura de check-in's, a coisa fosse preto ou branco em vez de estar à mercê das vontades de quem faz o check-in: informei-me nos balcões da TAP e Groundforce (empresa que faz o handling de bagagens no Aeroporto da Portela) para saber exactamente o que pagava e quanto, o que poderia fazer aumentar ou diminuir os custos do transporte, etc, etc. Isto foi uma manhã que fui ao aeroporto uns dias antes de sair e em 45 min fiquei a saber tudo o que precisava.
As regras, explicitas e implícitas, da TAP e Groundforce, ditam o seguinte: paga-se 75 € por percurso doméstico (onde se incluem os voos para a Europa), 150 € para voo intercontinental. Estes valores aplicavam-se ao Saco e não ao conceito de prancha, desde que o saco não tivesse mais de 3 pranchas. Os valores indicados sofriam uma redução de 50% se fosse feita prova de que os items a transportar estavam cobertos por um seguro. Agora já percebem o porquê dos 37,5 € que paguei em Zurique qdo voltei... O facto de viajar para Zurique pela TAP e depois pela Singapore Airlines, leva-me a outro pressuposto para estas condições: faz-se o check-in só até ao destino doméstico/europeu. Lá, volta a fazer-se o check in na outra companhia... no caso da Singapore, não se paga nada. Podia ter feito o check-in directo, mas aí teria um possível gasto máximo de 150 € (tendo em conta o seguro) com a ida e volta.
Bem, com isto, apesar de pensar que já está justificada a minha opinião relativamente a este "acordo", vamos ver os (NOVOS) pontos...
1. Declaração de Renúncia a Indemnização?! Mas porque é que eu hei de assinar um documento em que prescindo dos meus direitos?!?!?! Quer dizer, eles transportam items que são frágeis sem o devido cuidado e depois não se responsabilizam? Isto não pode ser sério...
2. Implicitamente, o conceito de saco já era empregue...
3. Com o seguro já eu tinha direito aos 50% de desconto... e sem renunciar aos meus direitos!
4. Este limite de 10 Kg tem a ver com as 3 pranchas que tinha dito.
5. Idem idem... aspas aspas.
6. Também já era assim antes... Dois passageiros, 40 Kg em Económica. Se o saco das pranchas mais as bagagens ultrapassar esse valor, há o dever de pagamento de taxas adicionais. Parece-me lógico...
Posto isto, devo só acrescentar que o meu exemplo aplica-se a shortboards. A maior prancha que levei era uma 6'6'' e o saco transporta pranchas até 7'0'', ou seja, 2,10m. Na Groundforce e TAP informaram-me que o limite de tamanho do saco era por volta dos 2m, mas que não era por ser mais 10cm que iriam cobrar mais ou menos. Vão lá tentar transportar dois longs com mais de 9' cada um que eu quero ver que tipo de acordo é que eles fazem prevalecer...
Como penso que podem facilmente perceber, este "Acordo" não passa disso mesmo, de um pseudo-acordo. Pode ser a base de partida para algo mais, mas para já este "acordo" não me serve para nada pois prefiro as regras antigas a estas. E no fim, a discriminação continua... Os golfistas continuam a passear os seus sacos sem pagarem um tusto! O esforço da ANS para fazer algo por nós parece-me positivo e saúdo a iniciativa, mas não terem percebido que estavam a ser enrolados retira-lhe alguma credibilidade.
Certo é que esta discriminação vem a custo de muita sacanagem que muitos surfistas praticaram, por isso o meu conselho é "Be smart..." Com aquilo que já expliquei atrás, não é difícil perceber o que é preciso fazer. Se fizerem tudo como "deve ser", os custos não são exorbitantes pois o preço cobrado pelo transporte não me parece exagerado, mas nunca irei prescindir do meu direito a uma indemnização caso a minha bagagem não seja tratada como deve. Claro que tb não esqueço a discriminação que somos alvo face ao golf, por exemplo... mas os tacos de golfe não são tão frágeis como as nossas pranchas. _________________ The Search: the essence of adventure, an escape from the bondage of everyday life!
Registo: Jan 24, 2009 Mensagens: 1398 Local/Origem: Poça / Azarujinha
Colocada: Qua, 04 Abr 2012 - 18:21 Assunto:
As regras de transporte de equipamente desportivo da TAP e SATA parece que voltaram a mudar...
Eramos 3 com 5 pranchas de surf num saco e 1 de bodyboard com destino aos Açores com a TAP. Perguntamos à senhora do checkin que nos confirmou os €35 por cada 15kg do saco grande de SURF. Como o saco tinha 25kg sabiamos que iriamos pagar €70, o que não sabiamos era que o bb também iria pagar !!
Ou seja, a TAP cobrou-nos, além dos €70 por 25kg, mais €35 por uma prancha de bodyboard de 2Kg de peso, que bem poderia ter sido colocada no saco grande com as outras pranchas (sem que isso tivesse aumentado o peso e portanto se tivesse mantido o valor total). A senhora do checkin viu-nos fazer a mala, respondeu sobre o custo das pranchas de surf e do saco e nada disse em relação ao bb. Só soube disso quendo fui pagar e as pranchas já tinha sido enviadas. Refilei, e o único que consegui foi que a minha mala não chegasse juntamente com as dos outros (que não refilaram), apesar de estarem todas juntas
Escrevi no mural da TAP do FB (se quiserem deixar um comentário):
https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=10150783680766449&id=376807926448¬if_t=like
Porque acho abusivo que o golf continue sem pagar, mas que 2kg de espuma, que pouco espaço ocupa, que não necessita de transporte especial e que não tem grande risco de se estragar, paguem .
Além disso, a TAP e SATA abusam da imagem de surf na sua publicidade e não há edição das revistas de bordo sem surf.
€35 por trajeto para o surf nem me parece muito mal (é equipamento que ocupa espaço e é dificil de manusear). Agora, quando estamos a falar de bb, da SATA e de ligações curtas entre ilhas... aí é que a coisa se torna pornográfica. Se não os pararmos agora, a coisa só vai piorar.
As regras de transporte de equipamente desportivo da TAP e SATA parece que voltaram a mudar...
Eramos 3 com 5 pranchas de surf num saco e 1 de bodyboard com destino aos Açores com a TAP. Perguntamos à senhora do checkin que nos confirmou os €35 por cada 15kg do saco grande de SURF. Como o saco tinha 25kg sabiamos que iriamos pagar €70, o que não sabiamos era que o bb também iria pagar !!
Ou seja, a TAP cobrou-nos, além dos €70 por 25kg, mais €35 por uma prancha de bodyboard de 2Kg de peso, que bem poderia ter sido colocada no saco grande com as outras pranchas (sem que isso tivesse aumentado o peso e portanto se tivesse mantido o valor total). A senhora do checkin viu-nos fazer a mala, respondeu sobre o custo das pranchas de surf e do saco e nada disse em relação ao bb. Só soube disso quendo fui pagar e as pranchas já tinha sido enviadas. Refilei, e o único que consegui foi que a minha mala não chegasse juntamente com as dos outros (que não refilaram), apesar de estarem todas juntas
Escrevi no mural da TAP do FB (se quiserem deixar um comentário):
https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=10150783680766449&id=376807926448¬if_t=like
Porque acho abusivo que o golf continue sem pagar, mas que 2kg de espuma, que pouco espaço ocupa, que não necessita de transporte especial e que não tem grande risco de se estragar, paguem .
Além disso, a TAP e SATA abusam da imagem de surf na sua publicidade e não há edição das revistas de bordo sem surf.
€35 por trajeto para o surf nem me parece muito mal (é equipamento que ocupa espaço e é dificil de manusear). Agora, quando estamos a falar de bb, da SATA e de ligações curtas entre ilhas... aí é que a coisa se torna pornográfica. Se não os pararmos agora, a coisa só vai piorar.
O transporte de desporto nautico devia ser oferecido em viagens para as ilhas como fazem para outros destinos...
Mas como foi isso? Claramente a prancha de Body não é uma prancha de surf e tanto quanto me lembre não tem 1.5m... Se isso tem ido embrulhado em papel de natal duvido que tivesse pago.
Na CP nos comboios internacionais e alfas não se podem levar bicicletas, excepto em condições muito especiais, num compartimento familiar, e mais não sei o quê..
Eu demontei a roda da frente, os pedais e guiador, enrolei tudo em "plastico de bolinhas", uns sacos grande do lixo a tapar, fita cola por cima, e de "bike" passou a "grande volume de conteudo indeterminado" e segui viagem...
Isto para dizer que há várias maneiras de matar coelhos. _________________ Cumprimentos,
Sérgio B.
Registo: Jan 24, 2009 Mensagens: 1398 Local/Origem: Poça / Azarujinha
Colocada: Qui, 05 Abr 2012 - 15:52 Assunto:
S_o_B escreveu:
Mas como foi isso? Claramente a prancha de Body não é uma prancha de surf e tanto quanto me lembre não tem 1.5m... Se isso tem ido embrulhado em papel de natal duvido que tivesse pago.
Na CP nos comboios internacionais e alfas não se podem levar bicicletas, excepto em condições muito especiais, num compartimento familiar, e mais não sei o quê..
Eu demontei a roda da frente, os pedais e guiador, enrolei tudo em "plastico de bolinhas", uns sacos grande do lixo a tapar, fita cola por cima, e de "bike" passou a "grande volume de conteudo indeterminado" e segui viagem...
Isto para dizer que há várias maneiras de matar coelhos.
Já conheço esse truque a questão é que a TAP nunca cobrou por pranchas de bodyboard, foi por isso que o meu colega nem se lembrou de a embrulhar noutro saco.
No entanto, se virem as condições, lá estão agora as pranchas de bodyboard ao lado das outras pranchas (e já não tem a limitação da dimensão):
http://www.flytap.com/Portugal/pt/PlanearEReservar/PrepararAViagem/Bagagem/Equipamento
Agora expliquem-me porque uma prancha de bodyboard paga mais que o surf ou o kite, se é mais fácil de transportar, menos frágil, dimensões mais amigas...
"TAP: the Golf Friendly Airline"
PS: quase pior estão os pescadores que também pagam €35 pelas canas
PPS: não dizem nada sobre as bolas de futebol
Registo: Feb 27, 2010 Mensagens: 2437 Local/Origem: Space the Final Frontier
Colocada: Qui, 12 Abr 2012 - 6:54 Assunto:
"Exmo. Senhor Manuel Preto,
Fazemos referência ao seu contacto com a TAP Portugal, a que dedicámos a nossa melhor atenção.
O transporte de equipamentos desportivos encontra-se sujeito a determinadas condições, obedecendo a normas específicas. No caso do transporte de pranchas é cobrada a respetiva taxa de acordo com o percurso.
Uma vez que um dos nossos mais importantes objectivos consiste em satisfazer, ou mesmo antecipar, as expectativas dos nossos Passageiros, solicitamos-lhe que não hesite em contactar-nos noutras situações.
Esperando recebê-lo brevemente a bordo da TAP Portugal, aproveitamos esta oportunidade para lhe apresentar os nossos melhores cumprimentos."
Não quero meter veneno mas... Eles não curtem pretos!!!
Nigga da-lhe com a alma... Amadora tá contigo!
Ps:. Sim concordo que o equipamento desportivo seja pago... é por isso que nunca ando de sapatilhas quando vou andar de avião! Será que se paga para levar raquetes? E bicicletas? Seria uma pesquisa interesante!
Ainda bem que pagamos os nossos impostos para manter uma empresa assim! DESDE JÁ APRESENTO-LHE O MEU SINCERO OBRIGADO TAP! _________________ I'M FUCKING EPIC!!! (Picture this if you will)
http://youtu.be/7xyuX7u-Xts
Registo: Sep 18, 2009 Mensagens: 231 Local/Origem: Porto
Colocada: Qui, 12 Abr 2012 - 13:38 Assunto:
Twisted escreveu:
Ps:. Sim concordo que o equipamento desportivo seja pago... é por isso que nunca ando de sapatilhas quando vou andar de avião! Será que se paga para levar raquetes? E bicicletas? Seria uma pesquisa interesante!
Bicicletas, infelizmente sei que se paga e bem...150€ por trajecto, pelas principais companhias europeias para vôos intercontinentais. O mais engraçado é que se não mencionares que é uma bicicleta e sim uma bagagem fora de formato, apenas pagas o excesso de peso (se existir).
Outra coisa que não compreendo é que podemos levar de graça um saco de golfe, ou um par de esquis/prancha de snowboard. Um saco de golfe ainda pesa uns quilos valentes e um par de esquis com respectivos bindings num saco não fica muito atrás do volume/peso de uma prancha de surf (vá talvez seja diferente, mas não para cobrarem tanto)!
Registo: Jan 24, 2009 Mensagens: 1398 Local/Origem: Poça / Azarujinha
Colocada: Qui, 12 Abr 2012 - 17:39 Assunto:
blat escreveu:
Twisted escreveu:
Ps:. Sim concordo que o equipamento desportivo seja pago... é por isso que nunca ando de sapatilhas quando vou andar de avião! Será que se paga para levar raquetes? E bicicletas? Seria uma pesquisa interesante!
Outra coisa que não compreendo é que podemos levar de graça um saco de golfe, ou um par de esquis/prancha de snowboard. Um saco de golfe ainda pesa uns quilos valentes e um par de esquis com respectivos bindings num saco não fica muito atrás do volume/peso de uma prancha de surf (vá talvez seja diferente, mas não para cobrarem tanto)!
Pranchas, material de ski, bicicletas, salto à vara, mergulho...todos pagam o mesmo.
Todos são iguais, mas há uns mais iguais que outros (o golf).
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